O médico e empresário Carlos Alberto Azevedo Silva Filho, preso após matar a tiros dois outros médicos na última sexta-feira (16), mantém contratos que ultrapassam R$ 8 milhões com a Secretaria de Estado de Saúde. Além disso, a empresa comandada por ele presta serviços em hospitais estratégicos de Mato Grosso, com forte presença em Sinop, Sorriso e Rondonópolis. Dessa forma, o caso criminal passou a gerar repercussão também na área da saúde pública estadual.

Empresa atua diretamente em Sinop e Sorriso
Carlos Alberto atua como diretor-presidente da Cirmed Serviços Médicos, empresa responsável por assistência médica em hospitais públicos de diversos estados. Em Mato Grosso, a Cirmed mantém contratos ativos nos hospitais regionais de Sinop e Sorriso. Assim, a atuação da empresa nessas duas cidades amplia a atenção da população local diante da gravidade do caso. Além disso, a companhia também presta serviços em Alta Floresta, Colíder e no CIAPS Adauto Botelho.
Rondonópolis concentra o maior contrato com o Estado
Entre todos os contratos firmados com o Governo do Estado, o de maior valor envolve o Hospital Regional de Rondonópolis. O acordo soma cerca de R$ 4 milhões e foi firmado em março do ano passado. Portanto, Rondonópolis concentra a maior fatia financeira da relação entre a Secretaria de Estado de Saúde e a empresa do médico preso, o que reforça o impacto da informação no município.
Crime ocorreu em São Paulo e terminou com prisão em flagrante
Carlos Alberto matou a tiros dois médicos na noite de sexta-feira (16), no bairro Alphaville Plus, em Barueri, na Grande São Paulo. Logo após o crime, a polícia efetuou a prisão em flagrante e iniciou as investigações para apurar as circunstâncias do duplo homicídio. Enquanto isso, o caso ganhou repercussão nacional devido à profissão do autor e à existência de contratos públicos em andamento.
Perguntas e respostas:
A empresa atua em Sinop, Sorriso, Rondonópolis, Alta Floresta, Colíder e no CIAPS Adauto Botelho.
O maior contrato envolve o Hospital Regional de Rondonópolis, no valor aproximado de R$ 4 milhões.
Sim. Carlos Alberto foi preso em flagrante e o caso segue sob investigação.

