Moradores de Várzea Grande enfrentam esgoto a céu aberto; veja vídeo

esgoto grande

Patrícia Cristina, moradora da Rua Orlando Silva, no bairro Costa Verde, em Várzea Grande, Mato Grosso, espera há cinco anos uma solução da prefeitura para o esgoto a céu aberto em frente à sua casa. Em vídeos enviados, Patrícia exibe a rua completamente alagada após as chuvas e compara a situação ao Rio Cuiabá, usando a ironia para descrever a cena.

Os moradores de Várzea Grande convivem diariamente com problemas graves no saneamento básico. O Instituto Trata Brasil aponta a cidade entre as dez piores do país nesse aspecto. O município ocupa a 10ª posição, com uma nota de 1,12, e apenas 29% da população tem acesso ao esgotamento sanitário. Mais de 200 mil pessoas permanecem sem coleta de esgoto adequada, enquanto 41% da água captada se perde na distribuição.

Problemas de saúde e qualidade de vida

O esgoto a céu aberto expõe os moradores de Várzea Grande a riscos de saúde. Muitas famílias relatam o aumento de doenças relacionadas à água contaminada, além de enfrentarem o mau cheiro e a proliferação de insetos e roedores. Assim, a situação piora com as ruas alagadas e esburacadas, que dificultam a mobilidade e impactam diretamente na rotina das pessoas.

Obras prometem melhorias, mas população continua esperando

A prefeitura anunciou projetos para ampliar o sistema de esgotamento sanitário e beneficiar diversos bairros. No entanto, os atrasos e a falta de continuidade nas obras frustram os moradores. Patrícia e seus vizinhos permanecem à espera de uma solução concreta que melhore as condições do bairro e devolva a dignidade às suas vidas.

Por que Várzea Grande tem um dos piores índices de saneamento básico?
A cidade sofre com investimentos insuficientes e sistemas ineficientes de coleta e tratamento de esgoto.

Quantos moradores não têm acesso ao esgotamento sanitário em Várzea Grande?
Mais de 200 mil pessoas vivem sem coleta adequada de esgoto.

Quais problemas o esgoto a céu aberto pode causar?
O esgoto a céu aberto aumenta os riscos de doenças, proliferação de pragas e prejudica a mobilidade urbana.

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