Uma tragédia chocou a Prefeitura de Osasco, na região metropolitana de São Paulo, nesta segunda-feira (06/01). O guarda civil metropolitano Henrique Marival de Sousa foi preso sob a acusação de assassinar o secretário-adjunto de segurança, Adilson Custódio Moreira, dentro da prefeitura. Após uma reunião, Henrique disparou pelo menos 10 tiros, o que gerou pânico imediato entre os funcionários. Além disso, o incidente causou grande indignação e levantou questões sobre a segurança dentro da administração municipal.
Guarda Civil é preso após matar secretário de segurança em Osasco; VEJA VÍDEO pic.twitter.com/FVRw0ZwxJ5
— O Matogrossense (@o_matogrossense) January 6, 2025
O que aconteceu dentro da sala da prefeitura?
Adilson Custódio Moreira realizava uma reunião com a equipe da GCM na prefeitura. Após o término do encontro, ele sugeriu que os participantes que quisessem conversar em particular poderiam permanecer na sala. Henrique Marival de Sousa, então, permaneceu no local.
Testemunhas relataram que, momentos depois, disparos foram ouvidos. Henrique teria trancado a porta da sala, impedindo que outros funcionários entrassem para averiguar a situação. Quando finalmente conseguiram acesso, encontraram Adilson baleado, em uma cena que deixou todos em choque.
Motivação do crime ainda é um mistério
Contudo, as autoridades ainda não esclareceram a motivação do crime. A polícia deteve Henrique Marival de Sousa na seccional de Osasco, mas ele ainda não explicou o que o levou ao ato extremo. O caso segue sendo investigado pelas autoridades, que buscam compreender o que desencadeou o conflito.
A polícia também busca reunir depoimentos de pessoas que estavam na prefeitura no momento do crime para ajudar a entender a dinâmica do ocorrido. A tragédia levantou discussões sobre conflitos internos e a necessidade de protocolos de segurança mais rígidos, mesmo em ambientes administrativos.
Repercussão entre os funcionários e a comunidade
O assassinato de Adilson Custódio Moreira causou grande impacto, tanto entre os funcionários da prefeitura quanto na comunidade de Osasco. O secretário-adjunto era uma figura conhecida na região e estava à frente de projetos relacionados à segurança pública.
Funcionários da prefeitura descreveram o clima como de tristeza e perplexidade, especialmente pela violência do ato. A prefeitura ainda não se pronunciou oficialmente sobre o incidente, mas há expectativa de um comunicado nos próximos dias.
Perguntas frequentes
O guarda civil Henrique Marival de Sousa disparou pelo menos 10 tiros contra o secretário-adjunto de segurança, Adilson Custódio Moreira, logo após uma reunião na sede da prefeitura.
Até o momento, as autoridades não esclareceram a motivação do crime. A polícia de Osasco continua investigando o caso para identificar o que levou ao ataque.
O crime abalou profundamente os funcionários da prefeitura e a população de Osasco, que lamentaram a perda trágica do secretário-adjunto de segurança e pedem respostas rápidas.
