Capivara se refresca no espelho d’água do Congresso Nacional, em Brasília; veja vídeo

Na noite de domingo, 29 de dezembro de 2024, uma capivara nadou no espelho d’água do Congresso Nacional, em Brasília. A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) resgatou o animal, avaliou sua saúde e o devolveu ao habitat natural por não apresentar problemas.

As capivaras, os maiores roedores do mundo, vivem próximas a corpos d’água, como rios, lagos e pântanos. Elas usam esses locais para se protegerem de predadores e se reproduzirem. Com a expansão urbana, esses animais começam a buscar alimento e abrigo em cidades. Em Brasília, elas aparecem perto do Lago Paranoá e, ocasionalmente, no espelho d’água do Congresso Nacional.

Espelhos d’água atraem as capivaras

Os espelhos d’água artificiais, como os do Congresso Nacional, criam um ambiente parecido com o habitat natural das capivaras. A presença de água e vegetação incentiva os animais a se refrescarem e se alimentarem. Além disso, essas áreas urbanas não possuem predadores naturais, o que torna os locais mais seguros para elas.

Cuidados ao lidar com capivaras

Mesmo dóceis, as capivaras podem transmitir doenças, como a febre maculosa, através de carrapatos. Por isso, é importante que as pessoas não se aproximem e acionem as autoridades ao encontrarem esses animais. A PMDF conta com equipes especializadas no resgate e na devolução segura das capivaras ao ambiente natural.

A presença das capivaras em áreas urbanas destaca a importância de conservar os habitats naturais e criar estratégias para proteger a fauna silvestre. A convivência harmônica entre humanos e animais depende do respeito à natureza e da conscientização sobre o impacto das ações humanas.

Por que as capivaras aparecem em cidades?
Elas buscam alimento e abrigo porque a expansão urbana reduz seus habitats naturais.

As capivaras oferecem riscos às pessoas?
Sim, elas podem transmitir doenças por meio de carrapatos, mas não costumam ser agressivas.

Como agir ao encontrar uma capivara na cidade?
Você deve evitar contato e chamar as autoridades ambientais para realizar o resgate.

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