Bruno Henrique enfrenta STJD, reafirma inocência e vê processo seguir adiante; Veja vídeo

Bruno Henrique enfrenta STJD, reafirma inocência e vê processo seguir adiante; Veja vídeo

O atacante Bruno Henrique, do Flamengo, viveu uma quinta-feira (4) de tensão no Rio de Janeiro. Julgado pela 1ª Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), o jogador foi denunciado por suposta manipulação de resultados relacionados a apostas esportivas. Apesar da defesa tentar encerrar o caso por prescrição, a comissão decidiu pelo prosseguimento do processo.

Discurso breve, mas carregado de emoção

Logo no início da sessão, Bruno Henrique pediu a palavra. Em tom sereno, reforçou sua confiança no tribunal e negou qualquer envolvimento em irregularidades. “Gostaria de reafirmar minha inocência e dizer que confio na Justiça Desportiva. Jamais cometi as infrações que estou sendo acusado”, declarou. Após a manifestação, o atleta optou por não depor e não respondeu a questionamentos da Procuradoria.

Defesa aposta na prescrição

A principal estratégia da defesa foi alegar que o prazo de 60 dias para a denúncia já havia sido ultrapassado. Segundo os advogados, isso tornaria o processo inválido. A Procuradoria rebateu o argumento, e após quase três horas de sessão, a comissão decidiu que o caso deveria seguir adiante. A rejeição do pedido de prescrição mantém Bruno Henrique sob investigação e amplia a incerteza sobre seu futuro imediato.

Clima de pressão dentro e fora do tribunal

O julgamento gerou forte repercussão entre torcedores e dirigentes. No Flamengo, o temor é que uma eventual punição retire do elenco um dos nomes mais importantes da equipe em meio à temporada. Fora de campo, o processo reacende o debate sobre o peso das apostas esportivas no futebol brasileiro, tema que tem ganhado espaço e levantado questionamentos sobre a integridade das competições.

Perguntas e respostas

1. Bruno Henrique respondeu às perguntas durante o julgamento?
Não, ele apenas fez um pronunciamento reafirmando sua inocência e não depôs.

2. Qual foi a principal tese da defesa?
Os advogados alegaram prescrição do prazo de denúncia, pedindo o arquivamento do caso.

3. Qual foi a decisão do STJD após a primeira sessão?
A Comissão rejeitou a tese da defesa e determinou que o processo continue.

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