Graziele da Silva Ribeiro, de 25 anos, conhecida nas redes sociais como “Barbiezinha de Bangu”, voltou a responder à Justiça nesta terça-feira (2). Autoridades localizaram a jovem, que estava foragida desde 2021, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A prisão ocorreu por ação da 66ª DP (Piabetá), em Magé, após um trabalho de investigação que monitorou sua rotina até descobrir seu paradeiro.

Presença digital que chamou atenção da polícia
Mesmo foragida, Graziele manteve intensa atividade nas redes sociais. Ela publicava conteúdos que faziam apologia ao tráfico de drogas e exibia armas de fogo. A polícia destacou que suas postagens contribuíam para atrair novos envolvidos e espalhar a imagem de poder ligada ao crime. Essa exposição nas redes foi um dos fatores que facilitou a localização da jovem pelos investigadores.
Esquema de delivery de entorpecentes
As investigações revelaram que Graziele e o companheiro operavam um esquema de “delivery” de drogas. Eles transportavam entorpecentes escondidos no capacete do parceiro ou com a própria mulher, entregando-os a consumidores na região. Esse método ágil permitia movimentar pequenas quantidades sem chamar atenção, mas a polícia conseguiu identificar padrões que levaram à prisão do casal.
Histórico criminal e operações anteriores
Em 2019, a polícia já havia encontrado entorpecentes na residência de Graziele e do companheiro, durante uma operação em Santa Maria Madalena, na Região Serrana.Desde então, as autoridades passaram a monitorar a jovem. O histórico reforçou a suspeita de envolvimento contínuo com o tráfico e motivou o acompanhamento mais próximo que culminou na prisão desta terça-feira.
Após a detenção, Graziele foi levada à delegacia para os procedimentos legais e permanece à disposição da Justiça. A operação reforça o compromisso das autoridades em localizar fugitivos e desmantelar esquemas de tráfico de drogas, mesmo quando os suspeitos mantêm forte presença online.
Perguntas e respostas:
Ela ganhou o apelido pelas redes sociais, onde ostentava armas e fazia apologia ao tráfico.
Eles usavam um esquema de “delivery”, escondendo entorpecentes no capacete do parceiro ou com a própria mulher.
A polícia capturou Graziele em 2 de setembro de 2025, após três anos foragida.
