Um homem acabou preso na noite de terça-feira (11) após ameaçar servidores e provocar tumulto no Pronto Atendimento Médico (PAM), em Lucas do Rio Verde. A Guarda Civil Municipal recebeu o chamado pelo telefone funcional 153 informando que um munícipe intimidava funcionários durante o expediente. Logo em seguida, a guarnição da VTR 03, composta pelos GCMs Tatiane e Adonis, deslocou-se até a unidade e identificou o suspeito ainda no interior do prédio. Assim que a equipe realizou a abordagem, confirmou as denúncias de ameaça e desacato. A ação rápida evitou que a situação se agravasse e garantiu a segurança dos profissionais que atuavam no atendimento à população.

Suspeito chegou alterado e fez ameaças de morte
Segundo relato das vítimas, o homem chegou ao PAM visivelmente alterado e alegou sentir fortes dores após, supostamente, deslocar o ombro direito. No entanto, quando os servidores solicitaram documentação para iniciar o atendimento, ele passou a se exaltar. Em seguida, começou a proferir ameaças, afirmando que iria “picar todo mundo na bala”, além de utilizar palavras ofensivas contra a equipe. Diante do comportamento agressivo, um policial penal que aguardava atendimento na recepção interveio e conteve o suspeito até a chegada da Guarda Civil Municipal. Dessa forma, ele impediu que o tumulto se transformasse em agressão física ou dano ao patrimônio público.
Condução ocorreu sem uso de algemas
Após ouvir as vítimas e constatar as ameaças, a equipe da GCM deu voz de prisão ao suspeito. Em seguida, os agentes o conduziram à Delegacia de Polícia para registro da ocorrência e demais providências legais. Segundo a corporação, o homem colaborou no momento da condução, portanto os guardas não utilizaram algemas. Além disso, as vítimas manifestaram interesse em representar criminalmente contra o suspeito. O caso seguiu como desacato e ameaça a servidores públicos.
Perguntas e respostas:
Ele ameaçou servidores públicos e causou tumulto dentro da unidade de saúde.
Não. Ele fez ameaças verbais, mas não apresentou arma no local.
Não. O suspeito colaborou durante a condução até a delegacia.

