Vereadora de Várzea Grande é criticada por usar termo xenofóbico sobre LDO; veja vídeo

Durante a sessão da Câmara Municipal de Várzea Grande, realizada nesta terça-feira (03/12), a vereadora Rosy Prado (União) causou grande polêmica ao usar um termo xenofóbico para criticar o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Em seu discurso, a parlamentar não apenas expressou seu descontentamento com a proposta, mas também acusou o Executivo de tentar impor a LDO sem consultar adequadamente os vereadores, o que gerou ainda mais tensão no ambiente legislativo. Dessa forma, suas palavras ampliaram a discussão sobre a transparência e o processo de aprovação da proposta orçamentária.

Críticas à LDO e denúncias de irregularidades

Rosy Prado criticou diretamente o Executivo, afirmando que estavam tentando “enfiar goela abaixo” a LDO, uma proposta que, segundo ela, não agradava aos vereadores. Além disso, a vereadora denunciou que algumas de suas emendas haviam desaparecido do texto. Para reforçar sua insatisfação, usou o termo “baianada”, uma expressão considerada preconceituosa, especialmente em relação aos nordestinos, mais especificamente aos baianos. Essa escolha de palavras gerou um forte debate sobre o respeito nas discussões políticas.

Pedido de desculpas e justificativa posterior

Após a repercussão negativa de suas palavras, Rosy Prado se desculpou. Ela explicou que não teve a intenção de ofender ninguém e que o termo foi utilizado de forma impulsiva, visando apenas ilustrar sua frustração com o andamento do processo legislativo. A vereadora também justificou sua fala afirmando que tem um compadre baiano e, por isso, não poderia ser xenofóbica. Além disso, ela mencionou que se considera “papa-banana”, uma expressão que, segundo ela, reflete sua forte ligação com a Bahia. Mesmo com o pedido de desculpas, as críticas à sua escolha de palavras persistiram.

LDO será votada na próxima semana

Em conclusão, o projeto da LDO, que gerou controvérsia, será votado na Câmara Municipal de Várzea Grande na próxima terça-feira (10/12). A expectativa é que a discussão sobre sua aprovação continue em destaque na agenda política da cidade. Nesse cenário, a fala polêmica de Rosy Prado levanta questões sobre a responsabilidade e o respeito nas declarações públicas dos políticos, ampliando o debate sobre a ética nas falas dos representantes.









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