A cidade de Peixoto de Azevedo (MT), cerca de 691 km ao norte de Cuiabá, viveu cenas de violência brutal nos dias 3 e 5 de setembro de 2025. Primeiro, assassinaram Alice do Nascimento Torres, de 20 anos, em um bar. Aos poucos, o terror se espalhou: durante o velório, o irmão dela, Rikelme Torres de Matos, conhecido como “RK” e também com passagem criminal, sofreu o mesmo destino.
Violência que continua a chocar
Na quarta-feira (3), membros do Comando Vermelho mataram Alice e seu namorado durante um ataque a um bar no Centro Antigo. Na madrugada de sexta-feira (5), durante o velório no bairro Aeroporto, alguém assassinou Rikelme com um tiro na cabeça. Testemunhas dizem que ele tentou se defender com uma faca. A arma usada foi uma pistola calibre .380, a mesma do crime anterior.
Modus operandi e ligação entre os crimes
Ambos os crimes apresentam semelhanças: execução fria, uso da mesma arma e ações rápidas de criminosos que fugiram logo após os disparos. A Polícia Civil trabalha com a hipótese de conexão entre os homicídios, considerando que vítimas eram faccionadas e o modus operandi remete à guerra entre facções em disputa por território no interior do estado.
Impacto na cidade e repercussão policial
A sequência dos ataques trouxe apreensão à população local. A sensação de insegurança cresce especialmente diante de crimes ocorridos em momentos tão vulneráveis como funerais. A Polícia Militar isolou os locais e acionou a Polícia Judiciária Civil e a Perícia Técnica (Politec), mas até o fechamento das reportagens, ninguém identificou ou prendeu qualquer suspeito.
Perguntas e respostas:
Rikelme Torres de Matos, 18 anos, conhecido como “RK”.
Munição calibre .380.
As autoridades ainda não identificaram ou prenderam nenhum suspeito até o momento.
