Uma mulher de 24 anos sofreu um sequestro enquanto caminhava nas proximidades da Igreja Catedral, em Sinop, na manhã de quinta-feira (20). O crime envolve diretamente o ex-marido da jovem, de 36 anos, que não aceita o fim do relacionamento e permanece foragido. Além disso, a polícia prendeu um segundo suspeito, de 39 anos, que participou da abordagem. O caso ganhou força nas redes sociais e reacendeu debates sobre violência contra mulheres no estado.
Ação rápida que viralizou nas redes sociais
De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima seguia pela rua quando um HB20 prata se aproximou de forma repentina. Em seguida, um homem vestindo camiseta preta saiu do veículo, correu em direção à jovem e a obrigou a entrar no carro. A ação durou poucos segundos e ocorreu em plena luz do dia, o que aumentou o impacto entre moradores. Logo depois, um vídeo da cena começou a circular na internet e mostrou a vítima tentando se afastar antes de ser dominada. Assim, as imagens se espalharam rapidamente e reforçaram a sensação de insegurança.
Ex-marido planeja o crime e foge após o sequestro
As investigações revelam que o ex-marido da vítima coordenou toda a ação. A polícia afirma que ele usou o comparsa preso para executar o sequestro, já que ele mesmo buscava evitar identificação direta na rua. Além disso, a jovem relatou que já enfrentava ameaças desde o fim do relacionamento, o que reforça o histórico de violência. Após o crime, o ex-marido fugiu e segue foragido, o que mobiliza diferentes equipes policiais que tentam identificar rotas e possíveis esconderijos. Enquanto isso, o homem preso permanece em silêncio sobre o paradeiro do comparsa.
Reação da comunidade e aumento da pressão por respostas
O vídeo do sequestro provocou forte repercussão entre moradores de Sinop, que passaram a cobrar medidas mais rígidas de proteção a mulheres ameaçadas por ex-parceiros. Além disso, o caso expõe a rapidez com que crimes motivados por rejeição acontecem e mostra como situações de risco se agravam quando a vítima já relatou episódios anteriores de violência. Assim, a comunidade reforça pedidos por ações mais eficientes e por atendimentos especializados que evitem novos ataques.
Perguntas frequentes
A polícia continua as buscas, mas ainda não identificou o paradeiro do suspeito.
Não, ele foi preso, porém permanece sem fornecer informações relevantes.
Sim, ela conseguiu pedir ajuda e relatou todo o caso às autoridades.
