O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), anunciou nesta segunda-feira (6) que os exercícios dos servidores municipais serão pagos, de forma definitiva, no dia 10 de cada mês. Durante a entrevista coletiva, Abílio explicou as medidas possíveis para superar a crise financeira e destacou que a mudança na busca de dados garante maior previsibilidade para os trabalhadores. Além disso, o gestor detalhou ações como a renegociação de contratos e a redução de terceirizações, que visam equilibrar as contas da Prefeitura.
Prefeito de Cuiabá garante pagamento de mudança no dia 10 e anuncia ajustes financeiros.
— O Matogrossense (@o_matogrossense) January 6, 2025
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Compromisso com os servidores e mudanças nos pagamentos
Abílio afirmou que a Prefeitura terá R$ 105 milhões disponíveis até dia 10, o que permitirá o pagamento regular dos regulamentos. Ele reforçou seu compromisso com os servidores: “Dia 10 paga o salário dos servidores porque vai ter dinheiro”. Atualmente, a folha salarial soma R$ 63 milhões, um montante que, segundo o prefeito, foi programado pela gestão anterior.
Embora o pagamento antes tenha sido realizado até o quinto dia útil, muitos servidores reclamaram de atrasos frequentes tanto nos períodos quanto nas verbais indenizatórias. Com os novos dados, Abílio espera evitar essas dificuldades, além de trazer maior transparência sobre a situação financeira.
Ajustes financeiros para enfrentar a crise
Por outro lado, o prefeito anunciou que será preciso adotar medidas de contenção de despesas. Ele destacou que a renegociação de contratos com fornecedores e a diminuição de terceirizações são ações essenciais para enfrentar o estado de calamidade financeira decretado. A habilidade faz com que esses ajustes sejam inevitáveis para equilibrar as contas e garantir a continuidade dos serviços públicos.
Com essas mudanças, a nova gestão pretende estabilizar as finanças municipais e criar um ambiente mais eficiente na administração pública, mesmo diante dos desafios herdados.
A redução de terceirizações e renegociações pode gerar economias, mas serviços essenciais precisam ser preservados.
Uma nova data de pagamento pode evitar atrasos, mas dependerá da eficiência na gestão financeira.
O principal desafio será equilibrar cortes de despesas com a manutenção da qualidade nos serviços públicos.
