Polícia Penal impede entrada de celulares e drogas na Penitenciária de Rondonópolis

Polícia Penal apreende 48 celulares, entorpecentes e causa prejuízo ao crime de R$ 450 mil

Na quinta-feira (28), a Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT) deflagrou a Operação Tolerância Zero na Penitenciária Major Eldo de Sá (Mata Grande), em Rondonópolis. A equipe desmantelou uma tentativa de ingresso de produtos ilícitos no sistema penitenciário. Além disso, a operação resultou em apreensões estimadas em R$ 450 mil. A ação mobilizou policiais penais, que intensificaram a fiscalização nas áreas externas da unidade, especialmente nas margens da MT-130, após receberem informações sobre o uso do local para esconder materiais ilícitos destinados aos reeducandos.

Apreensões Significativas: Celulares e drogas

Durante a operação, os agentes apreenderam 48 celulares smartphones e 2,850 kg de maconha, evidenciando a atuação de organizações criminosas dentro da penitenciária. A mobilização teve início nas primeiras horas da manhã, quando a Polícia Penal concentrou esforços nas margens da estrada. Por volta das 15h, dois suspeitos se aproximaram da muralha da penitenciária e tentaram lançar pacotes para o interior da unidade. Entretanto, ao perceberem a presença dos policiais, fugiram, deixando para trás os materiais ilícitos. A revista dos pacotes revelou 14 tijolos de maconha e diversos smartphones escondidos dentro de plástico bolha.

Além dos entorpecentes e celulares, os policiais apreenderam carregadores portáteis e outros materiais que seriam usados a comunicação ilegal dos presos com o exterior. Entretanto, essas ferramentas têm sido fundamentais para a manutenção das operações do crime organizado, que busca se expandir para fora dos muros das penitenciárias.

Mata Grande: Um ponto crítico no combate ao crime organizado

A Penitenciária Major Eldo de Sá (Mata Grande), localizada em Rondonópolis, se destaca como um dos principais focos do crime organizado em Mato Grosso. As autoridades enfrentam desafios constantes para impedir que materiais ilícitos ingressem na unidade, especialmente as tentativas de tráfico e comunicação por parte dos presos.

Por fim, a estratégia de fiscalização intensificada, adotada pelas forças de segurança, é essencial para evitar que os reeducandos sigam coordenando atividades criminosas de dentro das celas.

Compartilhe esta notícia

Ajude a espalhar esta informação