Oito milhões de brasileiros já adotaram a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN), iniciando uma transição gradual que deve se estender até fevereiro de 2032. Este novo documento visa substituir o tradicional Registro Geral (RG), integrando todas as unidades da federação através do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).
A CIN unifica o registro de identidade, proporcionando maior segurança e eficiência. A partir de agora, o CPF será o único número necessário para a identificação do cidadão em cadastros e serviços públicos. O QR Code no documento permite verificar sua autenticidade e identificar se ele foi roubado ou extraviado.
Emissão e Validade
Os cidadãos devem procurar a Secretaria de Segurança Pública do estado onde desejam ser atendidos para obter a nova identidade. A primeira via e as renovações são gratuitas, enquanto a segunda via tem custo variável conforme o estado. O novo documento tem validade de cinco anos para crianças até 11 anos, dez anos para pessoas de 12 a 59 anos, e é permanente para idosos acima de 60 anos.
Impactos e Benefícios
A nova identidade visa reduzir fraudes e melhorar a eficiência dos cadastros administrativos e das verificações de segurança pública. Antes, uma pessoa poderia ter até 27 números de RG diferentes, um para cada unidade da federação. Com a unificação, isso não será mais possível, o que dificulta práticas fraudulentas.
A transição do RG antigo para o novo modelo será gradual. Até 2032, ambos serão aceitos, mas, depois disso, apenas a CIN será válida. A Lei nº 14.534/2023, sancionada pelo presidente Lula, oficializa o CPF como número único de identificação nos serviços públicos.
Documentação Necessária
Para emitir a nova carteira, apresente a certidão de nascimento ou casamento. A Secretaria de Segurança Pública fornecerá o documento em papel de segurança, cartão de policarbonato e digitalmente pelo aplicativo GOV.BR.
A adoção da CIN representa um avanço significativo na segurança e eficiência da identificação dos brasileiros, refletindo um esforço contínuo para modernizar e unificar os serviços públicos no país.
