Uma mulher transexual de 18 anos, identificada como Rihanna Alves, foi morta após um desentendimento com um motorista de aplicativo. O suspeito, de 19 anos, confessou o crime e entregou o corpo da vítima à polícia. O caso ocorreu no interior da Bahia e está sob investigação. A liberação do motorista após a confissão gerou repercussão.
Motorista confessa crime e entrega corpo
Segundo o depoimento do motorista, ele contratou Rihanna para um programa sexual. Durante o trajeto, os dois teriam discutido. O suspeito afirmou ter aplicado um golpe “mata-leão” na vítima. Em seguida, ele dirigiu até a delegacia com o corpo no veículo e relatou o ocorrido. A polícia, no entanto, o liberou por considerar que não havia elementos suficientes para prisão em flagrante.
Polícia investiga as circunstâncias
A Polícia Civil iniciou as investigações para esclarecer os fatos. Exames periciais serão realizados para analisar o corpo e o veículo. A polícia também pretende ouvir novas testemunhas. A morte de Rihanna Alves levanta novamente o debate sobre a vulnerabilidade de pessoas trans e a necessidade de maior proteção a essa comunidade.
Comunidade cobra justiça
Familiares e representantes da comunidade LGBTQIA+ exigem respostas rápidas e a prisão do motorista. Grupos de direitos humanos alertam que a liberação de um suspeito confesso pode fragilizar o processo e colocar outras pessoas em risco. O caso ganhou destaque nas redes sociais, com pedidos por rigor em crimes motivados por transfobia.
Perguntas frequentes
A polícia considerou que não havia elementos para prisão em flagrante e aguarda investigações.
O motorista alega desentendimento, mas a polícia apura a versão.
Sim, o Ministério Público pode pedir prisão preventiva após a conclusão do inquérito.
