A morte de Larissa Pompermayer, de 29 anos, em Campo Novo do Parecis, gerou forte comoção e protestos na cidade. Moradores se reuniram em frente ao Hospital Municipal para exigir transparência sobre as circunstâncias que levaram ao óbito da jovem. A mobilização, impulsionada por influenciadores locais, transformou a dor em um clamor por respostas e por melhorias na saúde pública.
Comunidade exige respostas sobre atendimento
Familiares e cidadãos apontam possíveis falhas no atendimento médico prestado a Larissa. Embora as investigações estejam em andamento, a população destaca problemas históricos na saúde pública do município. Relatos indicam que o hospital enfrenta sucateamento há mais de 16 anos, especialmente após a terceirização da gestão para o Instituto São Lucas. A comunidade busca não apenas explicações, mas também mudanças estruturais e imediatas na administração hospitalar.
Pressão política e fiscalização do contrato
O prefeito Edilson Piaia afirmou que acompanhará o caso e ouvirá a população. Paralelamente, a comunidade direciona críticas à Câmara de Vereadores, solicitando uma fiscalização rigorosa sobre o contrato com o Instituto São Lucas. A análise dos repasses financeiros e da execução dos serviços é vista como crucial para esclarecer possíveis falhas administrativas que possam ter impactado o atendimento. O movimento cobra ações concretas e preventivas para evitar que tragédias semelhantes se repitam.
Perguntas e respostas
Perguntas frequentes
A revolta popular surgiu após a morte da jovem e denúncias de possível negligência médica.
Os moradores pedem transparência, investigação e mudanças na gestão da saúde pública.
Sim. Ele acompanha o caso e afirma que buscará esclarecimentos sobre o ocorrido.
