O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, esclareceu em vídeo uma declaração que gerou repercussão. Ele afirmou que o objetivo do governo é “trocar o cartão do Bolsa Família pela carteira de trabalho”, corrigindo uma gafe anterior onde a ordem das palavras foi invertida, causando confusão sobre as políticas sociais.
Ministro corrige declaração polêmica
Em um vídeo divulgado nesta sexta-feira (31), Wellington Dias reconheceu que a fala anterior foi um ato falho. Ele explicou que a intenção era justamente o oposto: incentivar a saída do programa de transferência de renda para a conquista de um emprego formal. A declaração original, retirada de contexto, foi feita em um evento em Montes Claros (MG).
Foco na autonomia e qualificação profissional
O ministro reforçou que a política do ministério é voltada para a emancipação dos beneficiários. O Bolsa Família é visto como uma ponte para a autonomia financeira, não como um destino final. As ações incluem ampliação do acesso à qualificação profissional, crédito e oportunidades de trabalho, visando reduzir a pobreza de forma sustentável.
Resultados e metas do programa
Wellington Dias destacou que, somente em 2025, mais de dois milhões de pessoas superaram a situação de vulnerabilidade e deixaram de receber o Bolsa Família. Esses números são atribuídos às políticas integradas de inclusão produtiva e geração de renda. O compromisso é transformar assistência social em oportunidade real de superação.
Perguntas frequentes
A inversão das palavras “Bolsa Família” e “carteira de trabalho” deu a entender que o programa seria substituído por outro, o que não é o objetivo.
O governo busca qualificar e empregar os beneficiários do Bolsa Família, para que eles conquistem autonomia e saiam do programa.
Mais de dois milhões de pessoas superaram a pobreza e não necessitam mais do benefício.
