Renildo Bertolomeu, 57 anos, faleceu nessa última quarta-feira (29) após permanecer dez dias internado em estado grave no Hospital Regional de Sinop, 500 km ao norte de Cuiabá. O trágico desfecho foi consequência de um atropelamento ocorrido no dia 19 de janeiro, na Avenida André Maggi, envolvendo um motorista embriagado.
Homem não resiste a atropelament0 e falec3 após 10 dias internado, em Sinop; veja vídeo pic.twitter.com/2hxNWCZh8k
— O Matogrossense (@o_matogrossense) January 30, 2025
Câmeras registram o acidente
Câmeras de segurança captaram o momento exato do atropelamento. Renildo atravessava a faixa às 18h30 quando o veículo, em alta velocidade, o atingiu. O condutor, sob efeito de álcool, não conseguiu frear e causou o impacto fatal. A polícia chegou ao local rapidamente e prendeu o motorista em flagrante.
Renildo não resiste aos ferimentos
Socorristas levaram Renildo em estado grave ao Hospital Regional. Durante dez dias, a equipe médica realizou diversos procedimentos, mas não conseguiu reverter o quadro clínico. Às 17h20 de quarta-feira (29), Renildo faleceu devido à gravidade dos ferimentos.
O Instituto Médico Legal (IML) recebeu o corpo para exames de necropsia e, após a conclusão dos procedimentos, liberou-o para o velório e o sepultamento.
Embriaguez ao volante aumenta mortes no trânsito
Motoristas sob efeito de álcool continuam provocando tragédias nas estradas brasileiras. Relatórios do Observatório Nacional de Segurança Viária mostram que cerca de 20% dos acidentes fatais envolvem motoristas embriagados. O caso de Renildo reforça a necessidade de medidas mais rigorosas no combate a esse tipo de crime.
Contudo, especialistas sugerem reforçar campanhas de conscientização e intensificar a fiscalização nas vias públicas. Eles destacam que a aplicação da Lei Seca, embora eficiente em alguns estados, ainda enfrenta falhas operacionais em várias regiões.
Perguntas frequentes
O motorista pode ser preso em flagrante, responder por homicídio culposo ou doloso e ter a carteira de habilitação suspensa, dependendo das circunstâncias.
Depende das lesões, mas casos de sobrevivência variam de horas a semanas. Renildo, por exemplo, resistiu por 10 dias.
Sim, mas sua eficácia depende de fiscalização constante. Em alguns locais, a fiscalização reduz em até 30% os acidentes fatais.
