O ministro da Casa Civil, Rui Costa, garantiu nesta sexta-feira (24/1) que o governo federal não vai adotar medidas de controle direto sobre os preços dos alimentos. Ele afirmou que o governo não vai congelar preços, implementar tabelamento ou criar redes estatais de supermercados. “Não haverá congelamento de preços, tabelamento, não terá rede estatal de supermercados”, declarou Rui Costa.
Governo descarta 'fiscal do Lula' nos supermercados e analisa alternativas para conter preços dos alimentos pic.twitter.com/uAQVovWyVU
— O Matogrossense (@o_matogrossense) January 24, 2025
Rui Costa atribuiu a alta nos preços dos alimentos principalmente a fatores externos. Ele explicou que a valorização das commodities no mercado internacional e a variação cambial influenciam diretamente os custos dos produtos. Logo, o ministro enfatizou que os preços refletem o mercado e não resultam de ações artificiais.
Governo estuda medidas para reduzir custos
O governo analisa opções para aliviar o impacto dos preços no bolso do consumidor. Entre as propostas, estão a redução de alíquotas de importação para alimentos com valores elevados no mercado interno. Além disso, o governo pretende ampliar o crédito agrícola e oferecer mais assistência técnica aos produtores. Sendo assim, essas ações têm o objetivo de aumentar a oferta de alimentos e, consequentemente, reduzir os preços.
Apoio à agricultura familiar reforça produção
O governo intensificou o apoio à agricultura familiar como estratégia para garantir alimentos mais acessíveis. Aumentou em 43% os recursos destinados ao Plano Safra, incentivando a produção de itens básicos como feijão, cebola, cenoura, batata e abóbora. Então, essas medidas visam equilibrar a oferta e garantir preços justos para os consumidores, sem a necessidade de interferir diretamente no mercado.
Perguntas frequentes
O governo vai congelar os preços dos alimentos?
Não, o governo descartou medidas como congelamento de preços ou tabelamento.
Quais ações o governo considera para reduzir os preços?
O governo analisa a redução de alíquotas de importação e o aumento do crédito agrícola.
Como o governo está apoiando a agricultura familiar?
O governo aumentou em 43% os recursos do Plano Safra para estimular a produção de alimentos básicos.
