Militares da Agência Fluvial de Cáceres notificaram embarcações do Exército Brasileiro no Porto dos Operários, em Cáceres (220 km de Cuiabá). A denúncia anônima motivou a ação, que identificou irregularidades na documentação das embarcações.
Marinha orienta regularização
A Marinha do Brasil, por meio da Agência Fluvial de Cáceres, confirmou as notificações e detalhou as pendências. As embarcações “Gigante Pantaneiro” e “Soldado Simeão Fernandez” não apresentaram a documentação obrigatória nem a autorização necessária para navegação. Os agentes orientaram os responsáveis sobre a regularização imediata e reforçaram que as medidas visam proteger a segurança da navegação, preservar vidas e evitar a poluição hídrica.
Balsas seguem atracadas
As embarcações permanecem ancoradas na margem da Chalana Barão do Pantanal, no Porto dos Operários, localizado no Rio Paraguai, próximo ao Centro Histórico de Cáceres. A tripulação, vinda de Manaus, recebeu multas e instruções para não movimentar os barcos até a normalização da situação. Construídas em Cáceres, as balsas realizarão missões nos municípios de Corumbá e Porto Murtinho.
Autoridades rejeitam justificativas
Os tripulantes justificaram a falta de documentação alegando desconhecimento das normas. No entanto, a Agência Fluvial descartou o argumento, destacando que a legislação exige autorização prévia para movimentação de embarcações de médio porte. Os agentes reforçaram a importância do cumprimento das normas marítimas para evitar punições mais severas.
Além disso, a Marinha do Brasil intensifica operações de fiscalização em toda a região, com foco em embarcações que desrespeitam as normas vigentes. As autoridades destacam que a regularização reduz riscos de acidentes e contribui para a preservação dos recursos naturais.
Cumprir normas garante segurança
O caso em Cáceres alerta para a necessidade de atenção às regras de navegação. As autoridades reiteram que a documentação adequada não apenas evita sanções, mas também protege o meio ambiente e as pessoas que dependem dos rios para subsistência e transporte.
Contudo, as embarcações do Exército só seguirão viagem após o cumprimento das exigências legais, garantindo mais segurança para a navegação na região.
