Na quarta-feira (15), a 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso concedeu liberdade ao delegado Geordan Antunes Fontenelle Rodrigues. Ele estava preso devido à operação Diaphthora, sob a acusação de cobrar propina de R$ 10 mil para garantir acomodações especiais na delegacia de Peixoto de Azevedo. Situada a 672 km de Cuiabá, para um empresário detido na Operação Hermes.
De acordo com a decisão judicial, Geordan será temporariamente afastado de suas funções de delegado. Além disso, ele usará tornozeleira eletrônica, terá o porte de arma suspenso e estará proibido de manter contato com testemunhas. Vítimas, corréus e outros envolvidos na investigação.
O tribunal impôs várias medidas restritivas ao delegado Geordan Antunes Fontenelle Rodrigues. Ele não poderá acessar as delegacias de Peixoto de Azevedo, Matupá e outras da região norte do Estado. Também está proibido de manter contato com servidores policiais e outros trabalhadores nas dependências dessas delegacias. Essas medidas visam impedir qualquer interferência nas investigações em andamento.
A operação Diaphthora foi deflagrada para investigar a suposta cobrança de propina por parte do delegado Geordan. Visando fornecer condições privilegiadas na detenção de um empresário envolvido na Operação Hermes. A Operação Hermes, por sua vez, investigou crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e outros ilícitos cometidos por empresários e agentes públicos na região.
A decisão de conceder liberdade ao delegado Geordan Antunes Fontenelle Rodrigues foi tomada após análise dos argumentos apresentados por sua defesa. No entanto, a liberdade concedida está condicionada ao cumprimento rigoroso das medidas restritivas estabelecidas pelo tribunal. Que visam garantir a integridade das investigações e evitar possíveis obstruções.
Conceder liberdade
A concessão de liberdade ao delegado Geordan Antunes Fontenelle Rodrigues pela 4ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. Representa um desenvolvimento significativo nas investigações em curso. A decisão destaca a importância de medidas cautelares rigorosas para assegurar a imparcialidade e a eficácia das investigações judiciais.
