O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), declarou que o município não dispõe de recursos financeiros suficientes para atender a todas as exigências do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) da Saúde. Firmado em 2023 pela gestão anterior, o acordo estabeleceu 18 obrigações para a prefeitura, das quais apenas 40% foram cumpridas até o momento, deixando pendências significativas na área de saúde pública.
O que o TAC da Saúde exige de Cuiabá
O TAC da Saúde impõe a Cuiabá a responsabilidade de realizar reformas em hospitais, expandir a oferta de serviços e adequar-se às normas da Política Nacional de Atenção Básica (PNAB). O objetivo é aprimorar a infraestrutura e a qualidade do atendimento na rede municipal de saúde. No entanto, o prefeito Brunini reconheceu as dificuldades orçamentárias.
Impacto da falta de recursos na saúde municipal
A escassez de verbas municipais compromete a execução completa do TAC. Reformas urgentes em unidades como o Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) e o Hospital São Benedito, essenciais para a população, demandam investimentos vultosos. A ampliação de serviços e a regularização de benefícios também exigem um planejamento financeiro robusto, que, segundo o prefeito, excede a capacidade atual do município.
Busca por apoio estadual para cumprir o TAC
Diante do cenário financeiro desafiador, Abilio Brunini anunciou que buscará o apoio do governo do estado. A intenção é que o governador Mauro Mendes colabore para viabilizar a implementação de parte das ações previstas no TAC. Essa colaboração intergovernamental é vista como crucial para garantir a conclusão das obras e a melhoria dos serviços de saúde na capital mato-grossense.
Perguntas frequentes
O TAC exige reformas em hospitais, ampliação de serviços de saúde e adequação às normas da PNAB para melhorar a infraestrutura e o atendimento.
O prefeito Abilio Brunini apontou limitações financeiras do município como o principal obstáculo para o cumprimento integral das obrigações estabelecidas no acordo.
A estratégia envolve buscar apoio financeiro e colaboração do governo estadual para viabilizar a execução das medidas previstas no TAC.
