A Justiça de Tangará da Serra manteve a prisão de Lília Grazielly Correia da Silva, 20 anos, e Mauro Henrique Santos Vilela, 21. A decisão foi tomada em audiência de custódia nesta terça-feira (02). O casal é suspeito de aplicar golpes bancários organizados contra moradores da cidade.
Como o casal aplicava os golpes
Segundo a Polícia Civil, a dupla se passava por funcionários de bancos ou de empresas de máquinas de cartão. Eles coletavam dados pessoais das vítimas e as induziam a clicar em links fraudulentos. A investigação começou há cerca de um mês, após diversas denúncias.
Decisão judicial e riscos
O juiz Anderson Gomes Junqueira avaliou que a soltura do casal poderia representar risco de novos crimes ou atrapalhar as investigações. A forma como os golpes eram executados e o potencial de causar mais prejuízos foram fatores determinantes para a manutenção da prisão. A polícia continua apurando a extensão dos danos e se outras pessoas participavam do esquema.
Próximos passos da investigação
As autoridades seguem ouvindo vítimas e reunindo evidências para entender completamente a atuação do casal. A investigação busca identificar todos os envolvidos e quantificar os prejuízos causados pelos golpes bancários em Tangará da Serra.
Perguntas frequentes
Eles são suspeitos de aplicar golpes bancários de forma organizada em Tangará da Serra.
O casal se passava por representantes de bancos e empresas para obter dados e enviar links falsos.
Sim, a Justiça decidiu manter a prisão preventiva por risco de novos crimes e para não atrapalhar a investigação.
