Alexandre Lima dos Santos, detido pela Polícia Militar na manhã desta quarta-feira (3) perto de Poconé, a 105 km de Cuiabá, negou qualquer envolvimento no atentado que deixou um adolescente de 15 anos ferido. O crime ocorreu em frente à Escola Estadual Porfíria Paula de Campos, no bairro Santa Isabel, em Várzea Grande. A defesa afirma que ele foi levado à prisão sem provas e que os fatos divulgados não representam a realidade.
Defesa contesta versão policial
A defesa de Alexandre declarou em nota que ele não participou da tentativa de homicídio. De acordo com os advogados, as informações divulgadas até o momento estariam distorcidas e não haveria qualquer evidência que justificasse a prisão. Além disso, a equipe jurídica reforçou que o cliente se mantém à disposição para colaborar com a investigação.
Família apresenta perfil do investigado
A nota também descreve Alexandre como um trabalhador sem histórico de conflitos com a Justiça. Segundo a defesa, ele atua há cerca de oito anos na mesma empresa e cumpre suas responsabilidades com disciplina e regularidade. Ainda conforme o comunicado, o homem é pai de família e mantém uma vida considerada estável e tranquila.
Caso segue sob investigação
Embora o crime tenha causado grande repercussão, a polícia ainda coleta depoimentos e analisa detalhes da dinâmica do ataque. A investigação segue em andamento para esclarecer a motivação do atentado e identificar todos os envolvidos. Como resultado, a versão de Alexandre ainda será confrontada com provas e testemunhos colhidos ao longo do inquérito.
Perguntas frequentes
Ele nega qualquer participação no atentado contra o adolescente de 15 anos.
A Polícia Militar o deteve por suspeita, mas a defesa afirma que não há provas.
Não. A investigação continua e novas informações devem surgir nos próximos dias.
