Criminosos atacaram o escritório e a casa do advogado Marco Antônio Mendes, em Lucas do Rio Verde, durante o último fim de semana. Os atentados ocorreram nos dias 2 e 3 de novembro. A polícia prendeu um dos envolvidos no primeiro ataque poucas horas depois. O detido alegou que agiu sob ordens de uma facção criminosa, justificando o ataque por um desacordo comercial. Segundo ele, Marco teria abandonado um caso após receber os honorários.
Marco Antônio Mendes respondeu às acusações por meio de um vídeo nas redes sociais. O advogado rejeitou completamente a versão apresentada pelo criminoso e classificou as alegações como infundadas e irresponsáveis. Além disso, Mendes afirmou: “Desafio qualquer um a apresentar provas de que representei algum membro de facção criminosa. Nunca advoguei para acusados desse tipo e minha atuação na área criminal é mínima.”
Marco Mendes esclarece o conflito
Mendes explicou que mantém um único desacordo com uma empresária da cidade, que segue em trâmite em uma ação cível. No entanto, o advogado ressaltou que, se membros de facção foram contratados para intimidá-lo, a responsabilidade de esclarecer isso recai sobre a polícia. Mendes reforçou sua confiança nas autoridades, dizendo: “Reitero minha total confiança nas autoridades de segurança pública e nos órgãos competentes para esclarecer os fatos.”
Medidas de segurança e apoio da OAB
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Mato Grosso reagiu prontamente aos ataques. Além disso, o instituição solicitou reforço no policiamento à Secretaria de Segurança Pública do estado para proteger Marco Mendes. O secretário Cesar Roveri atendeu ao pedido da OAB, enquanto as investigações sobre os atentados continuam em andamento.
O autor do segundo ataque ainda não foi identificado, o que aumenta o clima de preocupação e incerteza em torno do caso.
Por fim, enquanto as autoridades investigam, a sociedade de Lucas do Rio Verde aguarda respostas e ações concretas. A cidade exige medidas que garantam a segurança dos cidadãos e preservem a confiança nos profissionais do direito e nas instituições de justiça.
