O presidente da Câmara, Hugo Motta, terá uma reunião nesta quarta-feira (8/4) com o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, para tratar da PEC do SUAS. A proposta pode gerar impacto significativo nas contas públicas.
Além disso, Motta decidiu pautar a votação da emenda, que estabelece repasse mínimo da União para a assistência social. Dessa forma, o tema ganha relevância no cenário político.
Proposta define repasse mínimo para assistência social
A PEC prevê que a União destine pelo menos 1% da receita corrente líquida para ações de proteção social. O foco está em programas básicos e especiais.
Além disso, o texto não inclui mecanismos de transferência de renda já existentes. Assim, amplia o financiamento do setor.
Impacto bilionário preocupa área econômica
O Ministério da Fazenda calcula que a proposta pode gerar impacto de R$ 38 bilhões em quatro anos. O valor considera o período a partir de 2027.
Enquanto isso, o custo elevado preocupa a equipe econômica. Dessa forma, o debate se intensifica.
Reunião busca alinhar pontos antes da votação
A reunião entre Motta e o ministro busca alinhar pontos da proposta antes da votação. O objetivo é discutir ajustes e viabilidade.
Além disso, o encontro pode influenciar o andamento da PEC. Com isso, o cenário segue em definição.
O caso evidencia o desafio de equilibrar políticas sociais e responsabilidade fiscal. Propostas dessa magnitude exigem análise detalhada.
Enquanto isso, o Congresso avalia os próximos passos. A votação deve gerar debates intensos.
Perguntas e respostas:
Hugo Motta e Bruno Moretti.
Repasse mínimo de 1% para assistência social.
R$ 38 bilhões em quatro anos.
