A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, reconheceu a gravidade da crise hídrica que assola o município há décadas e fez um apelo por ajuda. Ela admitiu que a administração municipal não possui recursos suficientes para solucionar o problema sozinha, especialmente diante das limitações financeiras da cidade. Diante desse cenário, a prefeita demonstrou abertura para uma possível intervenção estadual no Departamento de Água e Esgoto (DAE), uma sugestão que partiu do Tribunal de Contas.
Abertura para intervenção no DAE
A prefeita Flávia Moretti declarou que não se opõe à intervenção estadual no DAE. Essa postura indica uma disposição para buscar soluções externas e estruturais que possam restabelecer o abastecimento de água de forma eficaz. A crise hídrica em Várzea Grande é um problema crônico, que afeta diretamente a qualidade de vida dos moradores.
Estudo definirá o futuro do DAE
O futuro do Departamento de Água e Esgoto (DAE) de Várzea Grande será definido após a conclusão de um estudo encomendado a um instituto especializado de São Paulo. Entre as alternativas em análise estão a privatização, a venda do órgão ou a concessão de seus serviços por um período determinado. A prefeita ressaltou que todas as opções estão em pauta e serão avaliadas com base no diagnóstico técnico que será apresentado. Essa medida visa a uma reformulação completa do sistema de saneamento.
Medidas emergenciais em andamento
Enquanto o estudo técnico não é finalizado, a prefeitura de Várzea Grande tem intensificado ações emergenciais para mitigar os efeitos do desabastecimento. As medidas incluem a ampliação de reservatórios, o aumento da capacidade da adutora, a instalação de novas bombas e reparos constantes na rede de distribuição. Essas intervenções buscam aliviar o impacto imediato sobre a população, que enfrenta longos períodos sem água. No entanto, a prefeita reforça que apenas uma reestruturação profunda do sistema garantirá estabilidade a longo prazo.
Perguntas frequentes
A prefeita pediu socorro porque o município não possui recursos próprios para resolver a crise hídrica histórica.
As opções em avaliação incluem privatização, venda ou concessão do Departamento de Água e Esgoto.
Medidas emergenciais como ampliação de reservatórios e reparos na rede estão sendo realizadas.
