Operação Eixo Quebrado: Polícia desmantela golpe de falso intermediário de veículos em MT e GO

Operação Eixo Quebrado: Polícia desmantela golpe de falso intermediário de veículos em MT e GO

A Polícia Civil de Mato Grosso, em colaboração com a força policial de Goiás, deflagrou a Operação Eixo Quebrado. O objetivo foi desarticular um grupo criminoso especializado em aplicar o golpe do “falso intermediário” na compra e venda de veículos. A ação foi motivada por investigações que revelaram um prejuízo de R$ 120 mil a uma vítima na aquisição de um caminhão por meio de plataformas virtuais.

Estrutura e atuação do grupo

As investigações identificaram seis integrantes que operavam de forma organizada. Cada membro possuía funções específicas. Parte do grupo era responsável pela engenharia social, criando anúncios falsos e manipulando a comunicação online para convencer as vítimas a efetuarem pagamentos. Outros membros cuidavam da movimentação financeira, recebendo, transferindo e ocultando os valores obtidos ilegalmente.

Mandados cumpridos em Rondonópolis

Em Mato Grosso, a operação resultou no cumprimento de seis mandados de busca e apreensão na cidade de Rondonópolis. Durante as diligências, foram apreendidos celulares, documentos e outros materiais que são cruciais para o avanço das investigações. O material coletado poderá auxiliar na identificação de novas vítimas e de outros envolvidos no esquema criminoso.

Crimes e possíveis punições

Os indivíduos investigados poderão responder pelos crimes de estelionato qualificado pela fraude eletrônica, conforme o Art. 171, §2º-A do Código Penal, e associação criminosa, previsto no Art. 288 do mesmo código. As penas combinadas para esses delitos podem ultrapassar 11 anos de reclusão, dependendo da gravidade e da extensão das fraudes cometidas.

O que motivou a operação?

Uma vítima registrou um prejuízo de R$ 120 mil após ser enganada na compra de um caminhão por plataformas virtuais.

Quantas pessoas foram identificadas no grupo criminoso?

Seis pessoas atuavam diretamente na fraude, desempenhando diferentes funções dentro do esquema.

Quais crimes os investigados podem responder?

Eles podem responder por estelionato qualificado pela fraude eletrônica e associação criminosa, com penas que podem ultrapassar 11 anos.

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