Um vídeo gravado na manhã desta quarta-feira (5) expôs a precariedade da Unidade Básica de Saúde (UBS) do Jardim Leblon, em Cuiabá. As imagens mostram o forro de uma das salas prestes a desabar, enquanto a água da chuva escorre pelo teto. Funcionários colocam baldes para conter o vazamento e evitam que a situação piore. O registro circula nas redes sociais e pressiona a Prefeitura de Cuiabá a tomar providências imediatas.
Posto de saúde em Cuiabá tem teto comprometido e funcionários recorrem a baldes; veja vídeo pic.twitter.com/9vO3t2Ksav
— O Matogrossense (@o_matogrossense) February 5, 2025
Falta de manutenção prejudicam atendimento
A chuva forte da madrugada intensificou os problemas estruturais da unidade. A infiltração no teto comprometeu a segurança de trabalhadores e pacientes. Relatos indicam que a UBS já apresentava sinais de deterioração, mas nenhuma manutenção ocorreu antes da chuva expor a gravidade da situação.
Cenário repetitivo na saúde pública de Cuiabá
Outras unidades de saúde da cidade também sofrem com problemas estruturais. Relatos apontam goteiras, infiltrações e até suspensão de atendimentos em dias de chuva. A falta de manutenção impede um atendimento digno e compromete a segurança de pacientes e profissionais.
A situação da UBS Jardim Leblon reforça a necessidade de um plano emergencial de reparos nas unidades de saúde. Sem ações concretas, o problema se repete e pode causar acidentes graves.
Prefeitura ainda não se pronunciou
Até o momento, a Prefeitura de Cuiabá não respondeu às denúncias. A população segue cobrando medidas imediatas para garantir um atendimento seguro e de qualidade.
A precariedade do posto de saúde escancara a urgência de investimentos na rede pública. Moradores aguardam providências e esperam que o caso não caia no esquecimento.
Perguntas frequentes
Um vídeo mostrou o teto vazando e quase desabando após uma forte chuva, expondo a precariedade da unidade.
Até o momento, a unidade segue funcionando, mas moradores cobram reformas urgentes para evitar riscos maiores.
Ainda não. Até agora, não houve um posicionamento oficial sobre as providências que serão tomadas.
