A falta de água no condomínio de luxo Florais da Mata, em Várzea Grande, revolta moradores e expõe um grave problema de infraestrutura. Uma moradora do residencial gravou um vídeo e divulgou a situação nas redes sociais, detalhando como a irregularidade no fornecimento prejudica o dia a dia dos residentes.
Falta de água em condomínio de luxo gera transtornos e revolta moradores em VG; veja vídeo pic.twitter.com/lOeMpnuEed
— O Matogrossense (@o_matogrossense) January 25, 2025
Caminhões-pipa substituem o abastecimento regular
Moradores compram caminhões-pipa para suprir a falta de água, já que o abastecimento regular praticamente não ocorre em várias quadras do condomínio. A moradora que denunciou o problema relatou ter abastecido sua casa com caminhões-pipa duas vezes, enquanto outros residentes enfrentam a mesma dificuldade.
Embora algumas áreas ainda recebam água, a maioria do condomínio sofre com a escassez. Esse cenário, além de gerar transtornos, também aumenta os custos para os moradores, que precisam pagar por alternativas emergenciais.
Ginco e DAE trocam acusações sobre o problema
A incorporadora Ginco, responsável pela construção e estrutura do condomínio, atribui a falha no abastecimento ao Departamento de Água e Esgoto (DAE) de Várzea Grande. O DAE, por sua vez, alega que a má divisão no sistema interno do condomínio causa o problema. Essa troca de acusações trava a solução definitiva e deixa os moradores sem respostas concretas.
Moradores exigem respostas e soluções
Os residentes cobram ações imediatas da Prefeitura de Várzea Grande e da Ginco. A moradora que expôs o problema afirmou que ambas as partes precisam assumir suas responsabilidades e resolver a crise. Sem água suficiente para atender as necessidades básicas, os moradores enfrentam uma situação insustentável em um condomínio que deveria oferecer conforto e qualidade de vida
Perguntas frequentes
A falta de água ocorre por problemas na infraestrutura do condomínio, com disputas entre a Ginco e o DAE sobre a origem da falha.
Sim, muitos moradores recorrem a caminhões-pipa devido à irregularidade no abastecimento.
A responsabilidade é disputada entre a Ginco, que aponta o DAE, e o DAE, que atribui o problema à má divisão interna do condomínio.
