Uma carreta carregada com fardos de algodão tombou nesta última quinta-feira (21) na rotatória da BR-070, em Primavera do Leste (MT). O motorista saiu ileso, e um motociclista que seguia logo atrás escapou por pouco de ser atingido. Câmeras de segurança registraram o momento do acidente.
Carreta carregada com algodão tomba em rotatória na BR-070 em MT pic.twitter.com/FeM89Y7V3y
— O Matogrossense (@o_matogrossense) November 22, 2024
Entenda o ocorrido
A carreta trafegava pela MT-130 e entrou na rotatória em direção à BR-070, no sentido Barra do Garças. Entretanto, ao realizar a manobra, o veículo tombou, espalhando a carga pela pista e causando a interdição parcial do trânsito. Agentes da CMTU desviaram os veículos para a Rua do Comércio, minimizando os transtornos no local.
O acidente ocorreu por volta das 15h e exigiu uma operação de limpeza que se estendeu pela tarde. As autoridades informaram que possíveis chuvas poderiam atrasar a conclusão dos trabalhos até a noite.
Trânsito desviado e riscos evitados
O tombamento gerou congestionamentos, mas a rápida ação das equipes controlou a situação. As imagens de segurança mostram o motociclista desviando a tempo e evitando um acidente grave. No entanto, a proximidade entre os veículos reforça a importância da distância de segurança nas rodovias.
Especialistas analisam o caso
Especialistas em segurança viária destacaram a necessidade de cuidados em rotatórias e curvas acentuadas. Entretanto, eles apontam que veículos pesados precisam de velocidade reduzida e carga bem distribuída para evitar acidentes desse tipo.
Além disso, com a aproximação do período chuvoso, especialistas recomendam atenção redobrada nas estradas. A redução da velocidade, especialmente em curvas e rotatórias, contribui diretamente para a preservação de vidas.
BR-070 e os desafios da segurança
A BR-070, rota estratégica para o transporte de mercadorias em Mato Grosso, concentra alto fluxo de caminhões. Por fim, a rodovia exige melhorias constantes na sinalização e no controle de tráfego. Motoristas que utilizam o trecho frequentemente relatam a falta de acostamentos e curvas perigosas como fatores de risco.
