A Operação Energia Limpa flagrou um motel em Cuiabá furtando eletricidade de maneira ilegal. As autoridades prenderam o dono do estabelecimento, que agora responde pelo crime de furto de energia. Além disso, ele precisa quitar impostos e contas de energia atrasadas. A ação, realizada pela Secretaria de Segurança Pública em conjunto com a concessionária Energisa, faz parte de uma operação mais ampla que já prendeu 35 pessoas e recuperou R$ 1 milhão em impostos e valores de energia consumida irregularmente este ano.
Detalhes da operação energia limpa
A Operação Energia Limpa combate fraudes em ligações clandestinas de energia em Mato Grosso. Ao identificar irregularidades em estabelecimentos de médio e grande porte, a operação age de maneira rigorosa para punir os responsáveis. As equipes de fiscalização encontraram no motel equipamentos e medidores de energia fora do local adequado, evidenciando a tentativa de mascarar o consumo real.
Luciano Lima, gerente de combate a perdas da Energisa Mato Grosso, destacou a importância de combater esse tipo de crime. “O furto de energia prejudica toda a sociedade”, afirmou. A Energisa já investiu cerca de R$ 100 milhões este ano no combate ao furto de eletricidade, visando proteger o sistema elétrico do estado.
Boate em Várzea Grande também sofre penalidade
A operação também atingiu outro estabelecimento, desta vez uma boate e distribuidora de bebidas em Várzea Grande, localizada na região do Zero km. Além disso, as autoridades prenderam o dono do local, que agora deve pagar R$ 127 mil em impostos e débitos de consumo de energia. A ação descobriu manipulações no medidor de energia, configurando mais um caso de furto de eletricidade.
Prejuízos causados pelo furto de energia
O furto de energia compromete o sistema elétrico e gera prejuízos financeiros para a concessionária e para a sociedade. No entanto, quando estabelecimentos comerciais realizam esse tipo de crime, a rede elétrica pode ficar sobrecarregada, resultando em quedas de energia e falhas no fornecimento.
Além de combater o crime, a Energisa incentiva os consumidores a denunciarem irregularidades. A empresa mantém um canal de atendimento para que os cidadãos possam relatar furtos de energia de maneira segura e anônima.
Por fim, o furto de energia configura crime previsto no Artigo 155 do Código Penal Brasileiro. A pena para esse crime pode variar de um a quatro anos de prisão, além de multa.
